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terça-feira, 7 de junho de 2016

Ambiental altera padrão visual de trólebus

AUTOR: RENATO LOBO // 

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Fotos de Samuel Tuzi
A Ambiental Transportes customizou um trólebus de sua frota na cor cinza. O novo modelo segue o mesmo padrão dos novos veículos adquiridos, sobretudo os superarticulados. Segundo informações de funcionários da empresa, a nova pintura é exigência da São Paulo Transportes – SPTrans.
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O sistema trólebus na capital paulista tem um pouco mais de 200 veículos, com uma malha elétrica de 201,50 quilometros. Estes veículos são equipados com motor de tração de corrente alternada, tornando mais baratos na aquisição e na manutenção e carroçaria com piso baixo.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Cidade Francesa testa trólebus biarticulado

AUTOR: RENATO LOBO 

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A cidade Francesa de Lion testa novos trólebus biarticulado de 25 metros. Os veículos possuem capacidade para 200 passageiros, contra 140 da frota atual. Os testes precedem uma renovação de frota de ônibus elétrico que será feita a partir de 2020 na região de Ródano-Alpes, na qual Lion faz parte.
Os testes estão sendo feitos sem passageiros. “Destinam-se, inicialmente para avaliar a compatibilidade do modelo biarticulado, para circular na rede”, de acordo com um comunicado da SYTRAL (empresa de transporte da cidade).
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O veículo foi produzido pela Hess lighTram Trolley, na qual carroceria e chassis são produzidos pela empresa suíça Carrosserie Hess, e o equipamento elétrico da empresa alemã Vossloh Kiepe.
A medida aponta que apesar dos avanços em outras tecnologias, sobretudo dos ônibus elétrico chineses que dispensam rede elétrica e cabos coletores, os trólebus ainda são opção para o transporte público de passageiros.
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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Trólebus comemora 67 anos de Brasil e terá exposição especial neste sábado

blogpontodeonibus.blogspot.com

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Os primeiros trólebus no Brasil eram importados. Somente nos anos de 1960 é que a produção local começou a tomar consistência.
Fotos, veículos antigos e um olhar para o futuro do meio ambiente e da mobilidade vão marcar o evento na capital paulista
ADAMO BAZANI
No dia 22 de abril de 1949, iniciava a primeira viagem de trólebus do Brasil. Era a linha entre o bairro da Aclimação e a Praça João Mendes na capital paulista com trajeto de 7,2 quilômetros. O passageiro ilustre e o condutor em alguns momentos era o governador de São Paulo, Adhemar de Barros.
A primeira queda de alavanca (pantógrafo), perto da Rua Conselho Furtado, indicava que o meio de transporte teria altos e baixos. O veículo foi assumido pelo motorista Manoel Vieira (lembre da entrevista em: https://miltonjung.com.br/2009/06/02/o-pioneiro-do-trolebus/)
Mas a chegada ao fim da viagem também era sinal de que o meio de transporte seria um sucesso, embora que ao longo do tempo foi abandonado em muitas cidades por diversas questões, inclusive interesses de grupos econômicos e até suspeitas de corrupção.
O trólebus é um veículo que marcou a história dos Transportes no Brasil e que tem muito a oferecer para o futuro da mobilidade urbana, já que os veículos e as redes tiveram evolução tecnológica e hoje são largamente usados em 360 sistemas de mais de 40 países, em especial na Europa, Estados Unidos, China e Rússia.
Para contar a história deste meio de transporte ambientalmente correto e de baixo custo e também lançar uma luz para o futuro da mobilidade do meio ambiente, o Movimento Respira São Paulo realiza neste sábado, 23 de abril de 2016, um evento em comemoração aos 67 anos do sistema de trólebus em São Paulo e no Brasil.
No calçadão da Praça Dr. João Mendes, no centro da capital paulista, em frente ao Fórum, a população poderá conferir um trólebus de 1948 restaurado, fotos antigas, trólebus e ônibus a bateria novos. O horário é das 8h às 17h. A exposição é gratuita.
O evento tem apoio da Prefeitura de São Paulo, SPTrans, CET, Ambiental Transportes Urbanos, Viação Gato Preto.
O Movimento Respira São Paulo preparou um resumo que mostra a importância dos trólebus no Brasil e no mundo.
HISTÓRICO DO SISTEMA
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Aclimação teve primeira linha de ônibus elétricos do País.
Em 22 de abril de 2016 o Sistema de Trólebus comemora 67 anos de existência na cidade de São Paulo.
Foram várias fases do Sistema, envolvendo muitos modelos de trólebus e expansão da rede.
 A Frota:
  • De 1949 a 1957 – aquisição de 155 trólebus importados.
  • De 1958 a 1967 – aquisição de 24 trólebus de primeira geração, fabricados no Brasil.
  • De 1963 a 1969 – a CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos) montou seus próprios trólebus em suas oficinas, assegurando a sobrevivência do Sistema na década de 70. Foram 145 veículos.
  • De 1979 a 1982 – aquisição de 290 trólebus modernos de segunda geração, fabricados no Brasil, no Programa Nacional de Trólebus, com recursos no Governo Federal.
  • De 1985 a 1987 – aquisição de 80 trólebus de terceira geração, fabricados no Brasil.
  • De 1996 a 1998 – reforma de 284 trólebus e aquisição de 111 novos veículos brasileiros de quarta geração.
  • De 2002 a 2004 – desativação de parte da frota de trólebus, sendo que 37 deles tinham pouco tempo de uso e plenas condições de operação. Outros veículos, apesar da idade, poderiam continuar em operação, bastando uma reforma ou revisão geral.
  • De 2008 a 2014 – aquisição de 212 trólebus da quinta geração, fabricados no Brasil, equipados com os mais modernos componentes, similares aos utilizados nos modernos trólebus da Europa. Estes trólebus são equipados com motor de tração de corrente alternada, os quais são mais baratos na aquisição e na manutenção e carroçaria com piso baixo. Cinquenta destes trólebus são dotados de baterias de tração que permitem a operação desconectados da rede aérea em situações de problemas com a rede, falta de energia no circuito ou desvios de tráfego. Esta frota terá uma vida útil até 2025, pelo menos.
As Linhas:
  • De 1949 a 1957 – as linhas iniciais serviam os bairros mais nobres, como Aclimação e Pinheiros e algumas substituíram os bondes, como no caso do Jardim Europa e Santana.
  • De 1958 a 1969 – expansão para as zonas leste e norte da cidade.
  • De 1970 a 1979 – estagnação na quantidade das linhas e experiência de integração na Estação Santana do metrô.
  • De 1980 a 1982 – expansão das linhas para a zona leste (Vila Prudente e São Mateus) e norte (Casa Verde) na primeira etapa do Programa de Revitalização do sistema.
  • De 1985 a 1987 – expansão das linhas para a zona sul (Santo Amaro) na segunda etapa do Programa de Revitalização do sistema.
  • De 1996 a 1998 – reativação do Corredor Rio Branco, criação das três linhas circulares centrais e desenvolvimento do Projeto do VLP – Veículo leve sobre Pneus ao longo do Corredor Sacomã.
  • De 2001 a 2003 – desativação de 50% das linhas por motivos políticos e não técnicos.
  • De 2011 a 2015 – Renovação de 80% da malha de Rede Aérea com durabilidade para os próximos 10 anos, ao menos.
A tração elétrica no Brasil:
Entre 1900 e 1950 o principal meio de transporte urbano nas cidades brasileiras era por meio da tração elétrica, através dos bondes, que fizeram o papel que os ônibus atuais fazem, transportando a maior quantidade de passageiros.
As principais razões das gradativas desativações destes sistemas foi o desenvolvimento dos ônibus movidos a diesel, sendo uma opção mais barata e imediata do que a renovação da infraestrutura de trilhos e rede aérea e da própria renovação das frotas que eram, na sua maioria, importadas. Outro fator foi o início do declínio do transporte coletivo em favor do transporte individual.
Os trólebus representaram muito pouco na substituição dos bondes.
No Brasil, em 1969, havia onze sistemas de trólebus nas principais capitais e a maioria deles foram desativados na década de 60.
Somente cinco sistemas de trólebus, além de São Paulo que é o pioneiro, foram revitalizados nos anos 80 com o Programa Nacional de Trólebus. O último golpe que ocasionou a desativação de quatro sistemas nas cidades de Araraquara, Recife, Ribeirão Preto e Rio Claro foram os processos de privatização nas concessões de operação das frotas de transporte de passageiros, no final dos anos 90 e início de 2000. 
Hoje os Sistemas de Trólebus operam nas cidades de São Paulo, Santos e na região do Grande ABC. 
No Corredor Metropolitano de Trólebus da EMTU, no Grande ABC, a infraestrutura elétrica foi revitalizada entre 2009 e 2013 e parte da frota foi renovada. Em Santos, a pequena frota de seis veículos e a malha de rede aérea não tiveram revitalização significativa.
A volta da tração elétrica:
No combate à poluição do ar e sonora a tração elétrica tem sido cada vez mais considerada nas cidades do mundo inteiro. Atualmente existem cerca de 360 sistemas de trólebus no mundo em mais de 40 países e em muitos casos, estão sendo modernizados e ampliados, principalmente nos países da Europa, Estados Unidos, China e Rússia.
Novas tecnologias, tais como o uso de baterias e de super-capacitores tem resolvido o principal problema dos trólebus que são as paralisações devido aos danos na rede aérea ou falta de energia. Estas inovações tecnológicas permitem que os trólebus operem, desconectados da rede, para percorrer curtas ou longas distâncias, tornando-os totalmente eficazes.
Os ônibus movidos por baterias, sem a necessidade do uso de redes aéreas, deverão ser a solução para o transporte de passageiros do futuro, entretanto, um grande desafio é o equacionamento da metodologia de recarregamento das baterias durante a madrugada, enquanto os veículos permanecem recolhidos.                                 
A potência elétrica necessária para a recarga de uma frota numerosa é bastante significativa, com a necessidade de implantação de subestação de grande porte ou então distribuição da frota em várias garagens, dotadas de subestações de capacidades menores.
De qualquer forma, a tração elétrica, tanto para o transporte coletivo ou individual, está voltando a ter importância na luta contra a poluição do ar e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
MATERIAL: JORGE FRANÇOZO DE MORAES – RESPIRA SÃO PAULO

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Empresa com participação da Marcopolo fornece trolebus para Washington

AUTOR: RENATO LOBO 

Texto sugerido por nosso leitor Kenson Wong
A cidade de Seattle, em Washington, recebeu os cinco primeiros trólebus, que fazem parte de um lote de 174 novos veículos ao custo de 186 milhões de dólares. Atualmente seis sistemas de ônibus elétricos operam nos Estados Unidos.
Os veículos possuem piso rebaixado e sistema de autonomia por bateria, dando flexibilidade ao veículo em eventuais falhas de energia. Foram produzidos pela New Flyer, esta que possui participação da fabricante brasileira Marcopolo, com cerca de 19,99%, desde 2013.
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Ônibus a bateria
A operadora local testa ônibus um bateria elétrica recarregável, utilizando um dispositivo de acoplamento que desce automaticamente nos pontos de recarga. O sistema da autonomia ao veículo de 37 km. A operadora “Metro” tem a intenção de comprar 200 veículos, que podem substituir os ônibus movidos a diesel.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Londres terá ônibus elétrico de dois andares


AUTOR: RENATO LOBO 

Um dos símbolos do transporte público de Londres vai ganhar uma versão ecológica. A partir de outubro uma versão elétrica do double-decker será testado na rota 16, entre Cricklewood e Victoria Station.


O veículo terá emissão zero, segundo o prefeito da capital britânica, Boris Johnson. A tecnologia é da empresa BYD, montadora chinesa especializada em veículos elétricos. A responsável pelo sistema de transporte público da cidade, Transport for London, estima que toda a frota seja exclusivamente elétrica nos próximos anos. Outros oito ônibus elétricos já circulam por Londres, sendo veículos comum de um andar.
Reino Unido já teve elétrico de dois andares
Desde o final de 1997 não há trólebus de dois andares em serviço. A grande maioria deste tipo de veículo rodaram no Reino Unido, além de outras localidades europeias como na Alemanha, na Itália, Portugal, Irlanda, Rússia e na Espanha.
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terça-feira, 2 de junho de 2015

O fim dos trólebus da Nova Zelândia


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Wellington, capital da Nova Zelândia não terá mais trólebus rodando até 2017. A cidade possuí atualmente 50 km de linhas, e após recomendações do Conselho Regional “Greater Wellington” fechará seu sistema.
Entre as razões para a extinção está o custo de manutenção e infra-estrutura além da inflexibilidade do sistema que ocasiona em velocidades mais lentas em relação aos ônibus a diesel. Os sessenta trólebus restantes serão substituídos por veículos a diesel e diesel-elétricos híbridos.
A retirada da infraestrutura deverá custar aos cofres públicos mais de 20 milhões de dólares. Os Trólebus operam em Wellington desde 1949, e são até o momento o único sistema da Oceania.
Na contra-mão, outros países expandiram a rede de trólebus, sobretudo na Europa. Aqui no Brasil o sistema já correu risco de ser extinto, mas ganhou novo fôlego com veículos mais modernos e a reforma da rede elétrica.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

São Francisco vai renovar frota de trólebus

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Não apenas os bondes fazem parte do sistema de transportes da cidade de São Francisco, mas os trólebus também estão presentes. Inaugurado em 6 de outubro de 1935, atualmente 14 linhas prestam serviços operadas pela “San Francisco Municipal Railway”. A frota é composta por cerca de 300 trólebus. Alguns dos trólebus são articulados.
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O sistema é um dos cinco que operam atualmente nos Estados Unidos. Leva o título como o sistema “mais íngreme do mundo”, onde as linhas trafegam por vias com alto nível de inclinação.
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A cidade esta em processo de renovação de sua frota de trólebus. A operadora também conhecida como Muni deve renovar a frota dos 240 trolebus convencionais além de 93 articulados. O valor da compra e na ordem de 95 milhões de dólares. O protótipo do novo trólebus deve rodar pelas ruas no início de 2015.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Elétricos ganham cada vez mais destaque no setor automotivo mundial.

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Trolebus estão cada vez mais avançados no Brasil e no mundo
De Detroit para as ruas, elétricos dominam tendência
Carros e ônibus elétricos checam para reduzir a emissão de poluentes
Entre as novidades que foram apresentadas no Salão de Detroit (EUA), os veículos elétricos surgem como forte tendência para os próximos anos. A aposta vem de grandes fabricantes, como a GM, que durante o evento apresentou o protótipo de um Bolt, conceito de carro puramente elétrico com 320 quilômetros de autonomia e preço mais acessível.
Outras montadoras, como a japonesa Nissan e a americana Tesla, correm para ampliar as vendas dos seus modelos. Nos EUA, os carros elétricos recebem subsídio governamental. A grande aposta do mercado está no desenvolvimento de pesquisas com novas baterias, cada vez mais capazes de aumentar a autonomia dos veículos.
A mesma aposta vale para os veículos de transporte coletivo. Hoje, o primeiro modelo brasileiro, o E-bus, já apresenta autonomia de 200 quilômetros, entre outras qualidades como emissão zero de poluentes, mais eficiente, menor ruído e custo de manutenção inferior aos demais veículos.
“Quando fazemos uma opção por veículos elétricos, estamos investindo no futuro das cidades, principalmente das metrópoles. É uma redução substancial de emissão de poluição. Hoje, já contabilizamos quatro mil mortes por ano na cidade de São Paulo causadas pela emissão de poluentes. Em 2050, ela será a principal causa de mortes por fatores ambientais”, ressalta Iêda Maria Alves Oliveira, gerente comercial da Eletra, empresa pioneira no Brasil na tecnologia de ônibus híbridos, trólebus e elétricos puros.
Para Iêda, o custo das baterias ainda é um dos obstáculos para ampliar a produção dos veículos elétricos. “Mas as novas tecnologias devem contribuir para reduzir esses custos”, analisa. A implantação de infraestrutura para recarga é outro obstáculo que o país vai precisar enfrentar.
As novas regras do BNDES para financiamento de ônibus híbridos e elétricos, publicadas no início de 2015, animaram a fabricante brasileira. A empresa aposta que as novas opções do banco de fomento devem contribuir para incentivar o mercado na produção desses veículos. “As taxas, os prazos e a carência estão mais atrativas e permitem investimentos nos elétricos”, analisa.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Bogotá terá 42 Km de rede de trólebus até 2017

O trólebus é mundialmente conhecido como um modal amigo do meio ambiente. Nos últimos anos teve sua frota expandida na Europa, e os 210 quilômetros de rede elétrica da Capital Paulista foi revitalizada, junto com a substituição da frota, sendo que alguns deles contam até com marcha autônoma, onde os veículos podem se deslocar por trechos sem estar conectado a rede elétrica.
Seguindo esta tendência, até 2021 Bogotá vai recorrer a um grande número de ônibus elétrico que deve substituir os veículos a diesel. A frota será instalada no sistema BRT, conhecido em todo mundo. Foi estabelecido um decreto de outubro de 2013 onde é previsto a substituição de tecnologias de combustão por outras de baixas emissões de poluentes, para proporcionar a melhora da qualidade do ar. O BRT terá além de trólebus, ônibus híbridos e movidos a gaz natural.
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“Queremos instalar 42 quilômetros até 2017. Em 2021 serão 74 km (…) Até lá queremos transportar 2,5 milhões de pessoas com eletricidade”, afirma Nélson Guauque Cruz, subgerente de desenvolvimento comercial da Codensa, companhia energética local.
O Brasil possuí um parque industrial para a fabricação dos trólebus. Os veículos que operam no sistema da capital paulista foram montados pela empresa Eletra, residente em São Bernardo do Campo, e que já exportou a tecnologia para outras cidades, como a Nova Zelândia:
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De acordo com a Organização Não Governamental UITP (International Association of Public Transport), a Europa tem ao menos 13 fabricantes de ônibus movidos a eletricidade, que medem entre nove e 25 metros. A UITP acompanha com frequência testes de novas soluções tecnológicas e de layout desses veículos em grandes cidades europeias. A ONG também tem um braço na América Latina, cujos números impressionam: em toda a região são feitos 200 milhões de viagens por dia. A população estimada é de 517 milhões de habitantes, dos quais 30% vivem em cidades com mais de 1 milhão de pessoas.
Com as informações de Automotive Business

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Capital do Paraguai vai construir corredor de trólebus

Os trólebus são ônibus que não emitem poluentes e pela sua eficiência comprovada, foi nos últimos anos expandido em países da Europa. Quando instalados em corredores exclusivos, suas vantagens se sobressaem em relação aos veículos a diesel, pela sua aceleração constante e frenagem suave.
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Em Assunção, capital do Paraguai, será erguido um novo corredor de trólebus. De acordo com o portal Mobilize o BRT terá cerca de 18 km, com veículos articulados. O projeto inicial previa o uso de ônibus diesel, porém por pressão da imprensa, de organizações da sociedade e políticos levou à opção final por ônibus elétricos.
Serão 200 biarticulados e 200 ônibus comuns, com ar-condicionado, indispensável na capital que chega a atingir até 47 graus no Verão, devem carregar até 300 mil pessoas por dia a uma velocidade média de 25 km/hora. O projeto prevê estações de embarque inteligentes, dotadas de leitores de cartões magnéticos, o que permitirá o transbordo dos passageiros de um ônibus para outro sem a necessidade de pagar nova passagem, como um bilhete único.
As obras devem começar em 2015, junto com a reurbanização de avenidas, implantação de amplos passeios para pedestres e a reconstrução de redes de águas pluviais e de esgotos em várias avenidas de Assunção. O custo estimado das obras é de 212 milhões de dólares.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

As 10 maiores redes de trólebus do mundo

O trólebus é um modal ainda bem presente no transporte público ao redor do mundo. Segundo dados do Movimento Respira São Paulo, 48 países operam o modal, com uma frota de aproximadamente de 40665 veículos. No Brasil temos 3 sistemas: A cidade de São Paulo, Região metropolitana com o corredor Sâo Mateus-Jabaquara, e a cidade de Santos.
Listamos aqui os 10 maiores sistema de trólebus no planeta, tomando como base o número de sistemas de cada país:
1# Russia – Atualmente, cerca de 85 cidades operam trólebus na Russia, com uma frota de aproximadamente 12.200 veículos. (Leia mais
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2# Ucrania – 47 sistemas de trólebus
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3# Coreia do Norte – 22 sistemas
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4# China – 20 sistema de trólebus
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5# Romenia – 17 sistemas
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6# Itália – 16 sistemas
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7# Bulgaria – 15 sistemas
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8# Suíça – 14 sistemas. Leia: Os trólebus biarticulados da Suiça
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9# Checoslovaquia – 13 sistemas
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10# Georgia – 10 sistemas
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Rússia concentra a maior frota de trólebus, com cerca de 12 mil veículos

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Com a construção do primeiro trólebus em São Petersburgo no ano de 1902, a Russia é a localidade que concentra a maior frota de ônibus elétricos no planeta. A operação foi iniciada de fato só em 1933, em Moscou.
Posteriormente o veículo foi usado para a substituição do sistema de bonde, assim como ocorreu na cidade de São Paulo. Alem disso, os trólebus eram usado não apenas para passageiros, mas para o transporte de cargas.
Já durante a segunda guerra mundial, o sistema trólebus ganhou força na União Soviética, pela urgência de um sistema de transporte contra o auto custo na construção de linhas de bonde e a falta de combustível.
Atualmente, cerca de 85 cidades operam trólebus na Russia, com uma frota de aproximadamente 12.200 veículos.
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terça-feira, 27 de maio de 2014

Segue a modernização da rede elétrica dos trólebus em SP

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siteservva1Neste domingo a rede elétrica dos trólebus da Av. Celso Garcia (entre Rua Antonio de Barros e Terminal Aricanduva), Terminal Aricanduva, Rua Padre Benedito Camargo, Rua Rodovalho Júnior e Terminal Penha, passaram por reparos. Trata-se da reforma de toda a malha de fios que está passando por modernização na cidade de São Paulo, onde a empresa Via Aérea foi contratada pela prefeitura de São Paulo para dar manutenção e realizar a substituição dos fios que levam energia aos ônibus elétricos.
Já foram concluídos os trechos das redes da Vila Carrão, São Mateus, Penha. Vila Formosa, parte da Mooca, e do trecho do bairro da Liberdade (Rua Conselheiro Furtado, Bueno de Andrade e Rua da Glória) e área central da capital paulista.
De acordo com informações de funcionários da empresa, a modernização na área central ainda incluirá a reativação da rede da esquerda, entre a Câmara dos vereadores e a praça João Mendes. A rede elétrica nesta pista já foi renovada e as conexões finais só serão feitas quando todos os trólebus da linha 2290 (Terminal Pq. Dom Pedro II – Termina São Mateus) estiveram adaptados com as portas da esquerda. Existe a informação que todos os trólebus de 15 metros serão adaptados.
Atualmente estão sendo modernizando o trechos da Rua da Mooca e Alcântara Machado e em seguida, o Corredor Paes de Barros. Na sequencia, serão modernizados os trechos da Aclimação, Ipiranga e Pacaembu cujo prazo final será em 2015, incluindo a nova subestação na região do Ipiranga.
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terça-feira, 29 de abril de 2014

Mesmo com reforma de rede, sistema trólebus permanece com tecnologia de 1949

Trolebus_Tatuape_quebrado-rua-Cantagalo-CarolNesta terça-feira (29) o jornal “Bom dia São Paulo” da TV Globo exibiu uma reportagem sobre o sistema trólebus na capital paulista. A matéria menciona as vantagens do modal, que é a emissão 0 de poluentes além do baixo ruído emitido pelos veículos. A reportagem conta também as dificuldades que os sistema sofre, como as constantes interrupções seja pelo escape de alavancas, seja pelo falta do fornecimento de energia.
A SPTrans afirmou ao jornal que esta sendo modernizada o sistema. Ou seja, novos veículos foram incorporados a frota paulistana de ônibus elétricos. A fiação também esta sendo trocada, entretanto a estrutura permanece a mesma desde 1949 quando o modal chegou à cidade.
Ainda que o sistema ganhou uma sobrevida, alguns pontos de melhoras permanecem distantes, como:
- O pavimento por onde circulam os veículos: este não é um problema que afeta apenas os trólebus, mas este fato torna a operação deste modal mais sensível, uma vez aumenta o número de escape de alavancas.
- Ausência de chaves flexíveis: grande parte das interrupções dos trólebus são ocasionadas quando as alavancas escapam nestes entrocamentos. Em muitos países da europa, as chaves são flexíveis, minimizando os problemas. Mas, a SPTrans não exigiu que a reforma da rede elétrica seria nesta configuração para a empresa que ganhou a licitação de manutenção dos cabos, e perdemos a chance de ter esta modernização.
Exemplo de redes flexíveis em Genébra, na Suiça:

Sistema trólebus na cidade de Nancy, na França. Reparem nos entrocamentos:

terça-feira, 15 de abril de 2014

Os trólebus biarticulados da Suiça

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Em postagens anteriores aqui no Via Trolebus, onde o tema “trólebus” foi abordado, sempre fizemos a questão de mostrar que o modal tem ganhado destaque nos últimos anos em cidade da Europa, contrariando o opinião de alguns que dizem que o veículos não tem mais espaço nas ruas. Claro que lá a tecnologia avançou minimizando muitos os problemas que nós paulistanos enfrentamos com as nossas linhas de ônibus elétricos, como falta de energia e escape de alavancas.
Desta vez vamos falar dos trólebus da cidade de Zurique, na Suíça. O sistema foi implantado no ano de 1939, possuí atualmente seis linhas operadas com uma frota de 78 trólebus. Entre 2006 e 2008 foram incorporados 21 trólebus biarticulados de 25 metros, com capacidade para 200 passageiros cada, para atender a demanda crescente de usuários. A rede da cidade possuí uma extensão de 54 km. Nos horários de pico, o intervalo entre os veículos chega a 5 minutos. Outras 13 cidades da Suíça possuem sistema trólebus.
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De acordo com a empresa que opera o sistema, o trólebus apesar de ter uma estrutura mais cara para implantação, contando os veículos, subestações e rede elétrica, no final das contas acaba custando cerca de 80% a menos que veículos a diesel. Um dos fatores é que o modal pode durar cerca de 30 anos, contra os 14 dos ônibus convencionais.
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A rede elétrica é do sistema flexível, inclusive curvas e chaves, diferentemente de São Paulo, onde os ônibus elétricos precisam reduzir a velocidade para não ocasionar o escape das alavancas. Nem é preciso mencionar o pavimento impecável da cidade, contribuindo para a operação dos elétricos.
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Talvez o quesito mais favorável ao trólebus e a emissão 0 de poluentes. Na atualidade, outros veículos sustentáveis vem sendo apresentado, como ônibus a bateria, e que também são boas alternativas para os ônibus a diesel, esses que emitem gazes venenosos a saúde.



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