Mostrando postagens com marcador BRT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRT. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de junho de 2017

‘Consórcio BRT’ faz críticas à decisão da prefeitura do Rio de liberar táxis em corredor exclusivo do Transcarioca

ônibusÔnibus do BRT Transcarioca na Estação-Terminal Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. Foto: Marcos de Paula – O Estado de São Paulo

Medida foi publicada no Diário Oficial de hoje e entrará em vigor na próxima segunda-feira, dia 12; consórcio classificou ato de “equivocado e irresponsável
DIÁRIO DO TRANSPORTE
Portaria da Secretaria municipal de Transportes da prefeitura do Rio de Janeiro, publicada no Diário Oficial de hoje, liberou a circulação de táxis no corredor Transcarioca nas proximidades do aeroporto Internacional Tom Jobim. A liberação vale para os dias úteis, e aos sábados das 7 às 20h. Prevista para vigorar na próxima segunda-feira, dia 12, a medida foi duramente criticada pelo Consórcio BRT através de nota, divulgada na tarde de hoje (9). O consórcio chega a classificar a decisão da prefeitura como um ato “equivocado e irresponsável”.
De sua parte a Secretaria municipal de Transportes justifica a portaria publicada hoje como uma forma de dar agilidade ao trânsito, que tem sofrido com as obras na Avenida Brasil. Além disso, a Secretaria afirma ainda que a medida traduz uma política de governo para priorizar o transporte público concedido.
O consórcio informou que vai notificar a Secretaria Municipal de Transportes para o risco de acidentes.
Leia a nota do Consórcio BRT na íntegra:
“Num ato equivocado e irresponsável, a Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou, em resolução publicada hoje, no Diário Oficial, a circulação de táxis em trechos do corredor Transcarioca, nos dias úteis e no sábado, de 7h às 20h. Com isso, a partir de segunda-feira, pistas da via, onde, até então, circulavam apenas articulados, agora serão usadas também por taxistas, colocando em risco os motoristas e os passageiros dos ônibus e dos carros.
A resolução autoriza a circulação de táxi no viaduto de acesso ao Transcarioca, rotatória da avenida dos Campeões, Arco Estaiado Prefeito Pedro Ernesto, avenida Brigadeiro Trompowsky, ponte estaiada do Galeão, avenida Vinte de Janeiro (faixa à esquerda destinada ao transporte coletivo).
O Consórcio Operacional vai encaminhar ofício para a Secretaria Municipal de Transporte alertando sobre possíveis consequência dessa decisão. Em agosto de 2015, houve grave acidente envolvendo um articulado do BRT Rio e um táxi, na Avenida Brigadeiro Trompowsky, na Ilha do Governador, justamente uma das vias autorizadas pela Prefeitura para a circulação de taxistas. Com a batida, os dois veículos ficaram totalmente queimados (foto/anexa). Os motoristas conseguiram sair dos carros antes do fogo começar. O táxi e o ônibus estavam sem passageiros.
A diretora de Relações Institucionais do BRT Rio, Suzy Balloussier, lembrou que, recentemente, bombeiros vieram ao Centro de Controle Operacional (CCO) buscar capacitação para circular na calha do BRT Rio. “Trafegar num corredor com veículos de grande porte exige um treinamento prévio. É inacreditável o que estão fazendo. Quem garante que não terá taxista parando na pista do Transcarioca para pegar passageiro?”

Liminar da OAS barra licitação do BRT de Salvador

Empreiteira investigada pela Lava Jato alega que Comissão de Licitação não respondeu a questionamento durante processo de entrega das propostas. Secretário Fábio Mota contesta, e afirma que prefeitura vai entrar com agravo de instrumento esclarecendo tudo
ALEXANDRE PELEGI
DIÁRIO DO TRANSPORTE
A Justiça decidiu suspender a licitação do BRT em Salvador. A decisão atendeu a um pedido da empreiteira OAS.
A empresa entrou com mandado de segurança sob alegação de que a Comissão de Licitação não respondeu a um questionamento durante o processo de entrega das propostas.
O secretário municipal de Mobilidade Urbana de Salvador, Fábio Mota, contesta a OAS. Ele esclarece que a questão já havia sido respondida com o pedido anterior de outra empresa. O secretário aponta ainda que a demanda da empreiteira foi feita após ter decorrido o prazo para o envio de perguntas.
O juiz Ruy Eduardo Almeida Britto, da 6ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, responsável pela decisão liminar que interrompeu o processo de licitação do BRT, considerou a importância e a expressão econômica do processo. A prefeitura iria dar início à análise das propostas técnicas, que tem prazo estimado de cerca de dois meses.
O primeiro BRT de Salvador teve o edital publicado no Diário Oficial do Município no dia 14 de março deste ano. Com um investimento de R$ 408 milhões e 2,9 quilômetros de extensão, a primeira parte do projeto vai ligar o Parque da Cidade até a Rodoviária. No evento de lançamento do edital, o secretário Fábio Mota explicou que o plano é criar uma rede integrada de transporte com as linhas 1 e 2 do metrô, BRT e VLT.
Segundo o secretário Fábio Mota a prefeitura vai entrar com agravo de instrumento ainda hoje, esclarecendo tudo. Ele afirmou ter expectativa de que a prefeitura dê prosseguimento no processo de uma obra que considera importantíssima para a cidade.
Na ação, a empreiteira OAS alega “subjetividade nos critérios de julgamento”, o que motivou a solicitação de alteração de procedimentos para garantir “melhor transparência do certame”.
O juiz Ruy Eduardo Almeida Britto entendeu que o “silêncio da administração pública” causou “inegável prejuízo” à participação da OAS no edital.
Além da OAS, mais de 20 empresas, individualmente ou consorciadas, disputam a realização do projeto.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Corredor de ônibus incompleto abriga moradores de rua e acumula lixo na Grande São Paulo


Corredor de ônibus CarapicuíbaMoradores de rua tomaram conta de parada que não está em funcionamento ainda. Falta de segurança é preocupação


Trecho em Carapicuíba, próximo ao Fórum e ao Rodoanel, causa transtornos para moradores e comerciantes. Ônibus ainda trafegam pelo lado direito da Via
ADAMO BAZANI
Diário do Transporte
O corredor de ônibus metropolitano entre Itapevi, na Região Metropolitana, e a capital paulista, deveria ter sido concluído plenamente em 2014, de acordo com a primeira previsão da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, gerenciadora das linhas intermunicipais e responsável pela obra.
Atrasada, a obra deve começar a ser entregue até o final deste ano, mas o último trecho, entre o Km 21 Osasco e a Vila Yara, no limite entre as cidades de Osasco e São Paulo, terá a licitação publicada apenas em novembro deste ano.
Além de contingenciamento de recursos por causa da crise econômica, problemas com as construtoras Villanova e EMPARSANCO, no trecho entre Itapevi e Jandira, que ocorreram em 2013 e 2014, atrasaram mais ainda os cronogramas.
Enquanto isso, moradores, comerciantes, passageiros e até mesmo motoristas que estão nos carros sofrem com os transtornos, não apenas das obras em si, mas do estado em que se encontram os canteiros em diversos trechos.
O leitor do Diário do Transporte, Paulo Gil, por exemplo, reclama da situação do trecho nas proximidades do Fórum de Carapicuíba e do Rodoanel. De acordo com imagens do leitor, feitas no último final de semana, algumas paradas que deveriam receber os passageiros e os ônibus estão abandonadas e viraram ponto de habitação de moradores de rua.
Pela internet, o morador das proximidades Rosivaldo Silva Santos Amorim afirmou ao Diário do Transporte que, além de moradores de rua, os canteiros das obras do corredor de ônibus também viraram ponto de consumidores de entorpecentes.
“A região aqui já é violenta, agora com esta obra incompleta, temos medo de passar a noite pelo local, sem contar que está tudo pichado”

Em nota ao Diário do Transporte, a EMTU admite o problema, mas diz que não está de braços cruzados e que constantemente são realizadas ações para retirar os moradores de rua. Nova operação está programada para os próximos dias.
Quanto aos moradores de rua que estão alojados nas paradas, informamos que por três vezes a EMTU/SP em companhia da Guarda Municipal retirou os invasores que, invariavelmente, retornam ao local. Uma nova operação está sendo programada com a participação da EMTU/SP, da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal da Assistência Social da região, para tentar resolver a situação.
A gerenciadora informa também o novo cronograma para conclusão das obras:
A EMTU informa que o Corredor Itapevi/São Paulo foi dividido, em seu projeto, em quatro trechos.
  • 1º trecho – obras retomadas em novembro 2015 com previsão de entrega até o final de 2017. Este trecho compreende 5 km entre as cidades de Itapevi e Jandira.
Início da obra abril 2011. Em março de 2013 a EMTU rescindiu Unilateralmente o contrato por ineficiência do Consórcio liderado pela construtora Villanova.
Nova contratação em Novembro/2013, contrato encerrado por abandono de obra pela EMPARSANCO em Novembro/2014. Uma nova licitação foi feita e a empresa ENPAVI e tem prazo até o final de 2017 para entregar o trecho, que está com 65% do viário pronto.
  • 2º trecho: Trecho Jandira-Carapicuíba, de 8,8 km, incluindo o Terminal Carapicuíba, uma Estação de Transferência e nove  Estações de Embarque e Desembarque. A obra está com 90% do sistema viário pronto e 46% do Terminal Carapicuíba. O viário deste trecho está previsto para ser entregue no final de 2017, com exceção das paradas e do terminal que vai passar por uma nova licitação e devem ser entregues no final de 2018.
  • 3º trecho –: Trecho Carapicuíba – Osasco (Terminal – km 21), com 2,2 km de extensão, terá duas estações de embarque e o terminal Km 21 . O terminal está com 90% da obra pronta e deve ser entregue no final do próximo mês de junho.
  • 4º trecho –  Trecho Osasco km 21 – Vila Yara (divisa Osasco-SP). Terá 7,6 km de extensão e contará com um Terminal de Integração (Vila Yara) e 10 estações de embarque. Os projetos básico e executivo já foram concluídos
A licitação para contratação das obras Osasco – Vila Yara deve ser publicada em novembro de 2017.
Características: 23,6 km de extensão, irá do futuro Terminal Itapevi (junto à Estação da CPTM), até o terminal Vila Yara (na divisa entre Osasco e São Paulo). O objetivo do Corredor Metropolitano é integrar os sistemas de transporte por ônibus às estações de trem das cidades da região e também ao metrô, a partir da estação Butantã da Linha 4. Investimento total: R$ 457 milhões.

terça-feira, 14 de março de 2017

Faixas e corredores de ônibus aumentam em 52% a velocidade entre terminais em Fortaleza

Ônibus se tornaram mais rápidos com priorização no espaço público.

Dados foram divulgados pela prefeitura. Já trecho entre terminal Antônio Bezerra e Centro teve ganho de 90,7% na velocidade dos ônibus
ADAMO BAZANI
Diário do Transporte
A prefeitura de Fortaleza divulgou nesta segunda-feira, 13 de março de 2017, balanço do desempenho do transporte coletivo após a implantação de faixas e corredores de ônibus entre os Terminais do Papicu e Antônio Bezerra.
A Divisão de Monitoramento da Etufor – Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza constatou aumento de velocidade de 52%, passando de 12 Km/h para 18,32 Km/h.
Foi usada como parâmetro para a medição, a velocidade média operacional de viagens da linha 222, que faz o percurso Antônio Bezerra/Papicu/Antônio Sales, nos sentidos ida e volta, no intervalo de 04h às 23h.
Já no trecho entre o Terminal Antônio Bezerra e o Centro, nos sentidos ida e volta, a velocidade dos ônibus subiu 90,7%, indo 10,5 km/h para 20,03 Km/h. No trecho, existem a onze estações e abrigos junto ao canteiro central. Para a constatação de 90,7% de ganho de velocidade, a Etufor monitorou de dez linhas que trafegam pela Avenida Bezerra de Menezes, antes da implantação das faixas destinadas aos ônibus e após a implantação do corredor exclusivo. São três linhas em operação: 200 – Antônio Bezerra/Centro, 222 – Antônio Bezerra/Papicu/Antônio Sales e 026 – Antônio Bezerra/Messejana.
Em nota, a prefeitura informa algumas características do trecho Antônio Bezerra e Papicu:
O Corredor de ônibus entre os terminais Antônio Bezerra e Papicu beneficia cerca de 130 mil pessoas diariamente e conta com 17,4 Km em sua totalidade. Foram implantadas as tecnologias de priorização de transporte coletivo como faixas exclusivas, estações de ônibus e abrigos no canteiro central na Avenida Bezerra de Menezes.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Transantiago completa 10 anos com título de melhor sistema da América Latina

3381103_n_vir3

Diário do Transporte

Recentemente sistema chileno obteve melhor pontuação em ranking da América Latina
RENATO LOBO
O sistema Transantiago, que opera na região Metropolitana em torno da capital do Chile, ainda detém o topo da classificação como melhor sistema de ônibus da América Latina.
As rotas que incluem corredores e faixas exclusivas, completaram na ultima sexta-feira, 10 de fevereiro, dez anos de serviços.
Recente relatório da UITP – União Internacional dos Transportes Públicos, atribuiu uma escala de classificação de 0 a 100 e encontrou um total de 84 cidades em todo o mundo, incluindo nove na América Latina.
Nesta região,  Santiago ganhou a melhor classificação com uma pontuação de 47,1; seguido de Bogotá, Colômbia, com 46,3 pontos. Depois aparece São Paulo com 45,7; Lima, Peru, com 43,5; Buenos Aires, Argentina, e Cidade do México, com 42, 4 e 42,2 pontos, respectivamente.
Fecha a lista Caracas com a pior pontuação nos transportes públicos, este último avaliado em 40,1 pontos.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

BRT ontem, hoje e para o futuro das cidades

ANTP 

http://www.antp.org.br/noticias/ponto-de-vista/brt-ontem-hoje-e-para-o-futuro-das-cidades.html
 Adamo Bazani

O mundo se deu conta que o futuro vai de ônibus.
Atualmente diversas cidades em todo planeta adotam os BRT - Bus Rapid Transit como solução não apenas de mobilidade, mas para qualificação da vida nas cidades e, porque não dizer, humanização das relações entre o cidadão e o espaço público.
Aos mais exaltados e críticos de plantão: calma nessa hora! Ninguém aqui está dizendo que o ônibus é a única solução e que os modais metroferroviários devem ser desprezados. Muito pelo contrário. Não há necessariamente um modal melhor que o outro e, sim, sistemas mais apropriados de acordo com a demanda, capacidade de investimento do poder público e da iniciativa privada, projeção de crescimento do número de passageiros e impacto urbanístico.
Hoje o ônibus não exclui o metrô, mas é importante dizer que o metrô também não exclui o ônibus numa rede estruturada de transportes.
Ao contrário do que muitos entusiasmados e até mal intencionados de plantão tentam pregar, o ônibus não é coisa do passado ou ultrapassada. Muito pelo contrário, cidades até mesmo em países com tradição histórica e industrial ferroviária adotam sistemas modernos sobre pneus com exclusividade no espaço público, eficiência operacional, de gestão e respeito ao meio ambiente com veículos de tração menos poluentes como elétricos e híbridos.
De acordo com o BRTData, portal que reúne dados em tempo real dos principais BRTs no mundo, hoje 206 cidades possuem sistemas de corredores de ônibus que transportam diariamente 34,5 milhões de pessoas. A maior malha é na América Latina seguida da Ásia.
Confira quadro abaixo:
Entre as vantagens do BRT estão baixo custo de implantação, obras mais simples e de conclusão rápida, menor custo operacional e capacidade que pode variar entre 200 mil e 400 mil passageiros por dia, dependendo da estrutura e do planejamento operacional.
De acordo com o Monorail Society , o consultor em mobilidade, Peter Alouche, e palestras do professor de engenharia de produção e transportes da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luís Afonso dos Santos Senna, e técnico em transporte e vice-presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos ANTP, César Cavalcanti, a escolha dos modais devem levar em conta os custos e quantas pessoas vão beneficiar.
– Corredor de ônibus simples: Capacidade de 10 mil a 20 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro inferior a US$ 5 milhões
– Corredor de ônibus BRT: Capacidade de 15 mil a 30 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro de US$ 15 milhões a US$ 20 milhões
– Monotrilho: Capacidade de 15 mil a 35 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro de US$ 80 milhões a US$ 100 milhões
– VLT – Veículo Leve sobre Trilhos: Capacidade de 15 mil a 35 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro de US$ 20 milhões a US$ 60 milhões
– Metrô Leve: Capacidade de 25 mil a 45 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro de US$ 40 milhões a US$ 80 milhões
– Metrô: Capacidade de 60 mil a 80 mil passageiros hora/sentido – Custo por quilômetro de US$ 200 milhões a US$ 300 milhões
O INÍCIO DE TUDO:
O BRT teve o Brasil como berço e nasceu dos planos do arquiteto e urbanista Jaime Lerner em 1974, prefeito de Curitiba. Muito mais que implantar um sistema de transportes, Jaime Lerner quis organizar e humanizar a cidade por meio da mobilidade urbana. E conseguiu.
Um vídeo da época ao qual Diário do Transporte teve acesso, mostra as primeiras operações do sistema de BRT. Na narração, fica evidente a intenção de deixar as cidades mais humanas com os ônibus modernos.
“Dirigir o crescimento de uma cidade é evitar que ela perca de vista a proporção humana. É manter a identidade entre o habitante e o equipamento urbano” – diz um trecho da peça produzida pela prefeitura.
Em outro trecho, a simplicidade e eficiência do sistema também são destacadas na narração:
“Curitiba foi a primeira cidade do País a demonstrar que com a criação de corredores de transporte não é preciso importar tecnologia. Agora está demonstrando com a tarifa social e a integração tarifária que é possível contar com as vantagens de um metrô sem os custos de um metrô”
UM POUCO (MAIS) DE HISTÓRIA
Em 22 de setembro de 1974, a cidade de Curitiba ganhava sua primeira linha expressa de ônibus em corredores, em um projeto simples e eficiente.
 
Começaram a operar essa linha 20 ônibus no eixo Norte-Sul, entre Santa Cândida / Praça Rui Barbosa e Capão Raso / Praça 19 de Dezembro. A ideia deu tão certo que foi se expandiu.
O planejamento feito por Lerner pretendida seguir tripé: Uso do Solo, Sistema Viário e Transporte Coletivo. Assim, o ônibus foi um indutor de crescimento com a liberação de alvarás para os prédios mais altos da cidade justamente ao longo dos eixos. É o que tentou, mais recentemente, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, com o Plano Diretor em 2016.
Em 1977, entrou em operação a linha Boqueirão, já com um sistema de bilhetagem automática. Eram usados cartões de papelão magnetizados, adquiridos antecipadamente e perfurados em máquinas instaladas no interior dos expressos.
Os primeiros ônibus “Expresso” eram da Marcopolo, modelo Veneza Expresso, e tinham capacidade para 90 usuários.  O motor era traseiro e o piso mais baixo em relação ao solo.
Mas rodaram clássicos também  como o Gabriela Articulado, da Caio.
Em abril de 1991, o BRT passou por uma reformulação no sistema de embarque e desembarque: surgiram as estações-tubo, que permitiam acesso ao ônibus no mesmo nível da plataforma e possibilidade de pagamento antes da chegada do coletivo. Surgiu também o sistema Linha Direta – os Ligeirinhos
Inicialmente, as estações-tubo foram planejadas para os chamados Ligeirinhos, ônibus que faziam poucas paradas e que são de cor prateada. Logo em seguida, ônibus de outros tipos de linhas, como as expressas, também começaram a fazer paradas nas estações-tubo, que foram planejadas para ficarem três quilômetros de distância uma das outras.
Em outubro de 1991, a Volvo desenvolveu um veículo inédito: o ônibus biarticulado, de 25 metros de comprimento, com capacidade para cerca de 230 passageiros. Hoje, os biarticulados chegam a ter 30 metros de comprimento, como foi apresentada uma versão em 2016, no Rio de Janeiro, e podem atender 300 passageiros de uma só vez.
Em 1996, a Rede Integrada de Transporte, viabilizada a partir da criação do Expresso, foi ampliada para a Região Metropolitana, através de convênio entre a Prefeitura de Curitiba e o Governo do Paraná, beneficiando 13 municípios vizinhos.
O Expresso também inaugurou o tempo de ônibus projetados para esse fim, encerrando uma época de carrocerias de ônibus montadas sobre chassis de caminhões. Os chassis baixos foram dimensionados para embarques praticamente em nível e, internamente, abriu-se mais espaço para os passageiros, com redimensionamento dos bancos. Ao mesmo tempo, as portas ficaram mais largas, agilizando embarques (pela porta da frente) e desembarques (pelas portas do meio e traseira).
Em 2015, houve a desintegração financeira da RIT – Rede Integrada de Transportes, com as linhas metropolitanas sendo gerenciadas pela Comec  – Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba, órgão do governo do estado, e as linhas municipais ficaram sob responsabilidade da Urbs.
Já em 2017, o recém eleito prefeito de Curitiba, Rafael Greca, e o governador do Paraná, Beto Richa, anunciaram a volta gradual da RIT.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

BRT com ônibus não poluente é aprovado em Curitiba

AUTOR: RENATO LOBO 

viatrolebus
Após um processo de PMI – Proposição de Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada, a prefeitura de Curitiba aprovou o projeto que contempla a construção de corredores de ônibus do modelo Bus Rapid Transit (BRT), porem com veículos não poluentes.
Posteriormente devem ser abertas licitações de uma nova malha de cinco corredores que somam 106 quilômetros: Aeroporto/Centro Cívico; Tamandaré/Cabral; Linha Verde; Araucária / Boqueirão; e Norte/Sul.
Serão aproximadamente 300 novas estações de embarque e desembarque, com wi-fi, painéis com informações sobre os horários e as linhas, além de ar-condicionado. Algumas delas serão subterrâneas.
“O aspecto que nos atraiu foi a tecnologia proposta pela Volvo para esse tipo de projeto. O CIVI [City Vehicle Interconnect] é um modelo que não tem paralelo no mundo, além de atender as normas da Euro 6 de restrição à poluição, com ônibus híbridos, incorpora conectividade, permitindo prever com exatidão o horário de chegada do ônibus” – explicou o presidente do Conselho de Administração da Cesbe, Carlos de Loyola e Silva.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Malha de BRT deve aumentar 5 vezes no Brasil

RENATO LOBO

viatrolebus
Como opção mais barata aos sistemas sobre trilhos, porém com capacidade menor que as linhas metroviárias, caracterizadas como sistemas de media capacidade, os projetos de corredores do modelo BRT (Bus Rapid Transit) podem aumentar em 5 vezes no Brasil, de acordo com projeções da NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos.
Atualmente o país conta com 402,4 km em 24 cidades brasileiras, e nos próximos anos esta malha deve chegar aos 2.185 km. São cerca de 80 projetos previstos, com 1.782,7 km, sendo que 24 deles já estão em obras. Cabe lembrar que nem todos estes projetos possuem todas as características de um sistema BRT.
A maior malha é o Rio de Janeiro com 125 km. Só na região Nordeste, onde já existem sistemas em Recife (PE) e Aracajú (SE), estão programados mais 26, sendo na Bahia, em Alagoas, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, no Maranhão e no Ceará.
A região com maior número de projetos de BRTs é a sudeste, onde são previstos 30 novos trechos. No Estado de São Paulo, Campinas terá um corredor com 32,2 km, Jundiaí (4,3 km), São José dos Campos (51 km), Sorocaba (51,8 km) e Praia Grande (38,8 km).
Em São Paulo, a nova gestão promete transformar os atuais corredores em BRTs e expandir novos por meio de Parcerias Público Privadas – PPP.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Volvo propõe evolução do BRT


 RENATO LOBO


Durante a FetransRio, feira direcionada ao setor dos transportes ocorrida nesta semana no Rio de Janeiro, a Volvo Bus Latin América apresentou um projeto de aprimoramento dos sistemas de corredores Bus Rapid Transit – BRT.
Durante o evento, o especialista em mobilidade urbana da empresa com sede no estado do Paraná, Ayrton Amaral, contou um pouco da historia da empresa com a capital paranaense, a cidade piorneira no sistema BRT, e que depois foi exportado para outros municípios brasileiros e até mundo a fora.
“A ideia surgiu porque estamos há mais de 40 anos em Curitiba, e temos uma relação muito grande com a cidade. Quase 40 anos de sistemas, e mais de 300 cidade do mundo copiaram a base deste conceito, que depois evoluiu em Bogotá e no Rio de Janeiro, e a gente olha isso com muita satisfação”, afirmou Ayrton.
cici-volvo
Intitulado de CIVI, abreviação de City Vehicle Interconnected, o projeto reúne as qualidades de um BRT, como grande capacidade de transporte e pistas exclusivas, preferencia nos cruzamentos, pagamento antecipado e portas largas.
O diferencial é que o novo projeto prevê tuneis e paradas subterrâneas exclusivas para ônibus, além de fibra ótica, veículos com wifi, climatização e informação em tempo real aos passageiros por dispositivos móveis. O CIVI prevê tuneis com profundidade de seis metros e um custo de R$ 30 milhões por km construído.
qtqnfvgkevskumxmlh8gzj7rad
Estações subterrâneas
Articulado de 30 metros
Durante a feira também foi apresentado o Grand Artic 300, um chassi com 30 metros de comprimento empregado em uma carroceria biarticulada, com capacidade de transporte de 300 passageiros, sendo o maior ônibus do mundo.
A Volvo tem olhos para venda deste produto ao BRT TransBrasil, que poderá ter sua capacidade de transporte aumentada em 56 mil passageiros por hora/sentido. Existem ainda negociações com o sistema de Bogotá.
310300-volvo-buses-volvo-launches-worlds-largest-bus-2-lg

terça-feira, 23 de agosto de 2016

BRT Transolímpico e Lote Zero começam a operar nesta terça, 23

AUTOR: CAIO LOBO 

viatrolebus
O BRT Transolímpico e o Lote Zero do BRT Transoeste vão começar a funcionar ao público em geral nesta terça, 23. Serão inauguradas estações nos trechos Alvorada – Jardim Oceânico, Recreio – Jardim Oceânico e Terminal Olímpico – Jardim Oceânico do Transoeste Lote Zero no sistema parador.
Já o BRT Transolímpico vai funcionar no trecho entre Terminal Paralímpico – Vila Militar e será aberta para carros somente a partir de sexta-feira. Com exceção da estação Parque Olímpico e Sulacap, todas as demais estarão funcionando.
“Esses serviços vão se somar aos já existentes. Ainda teremos outros serviços em funcionamento, mas vamos divulgar posteriormente para não gerar dúvida na população” disse o secretário executivo de governo, Rafael Picciani, durante anúncio dos novos serviços nesta segunda.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

BRT de João Pessoa pode ter obras iniciadas

AUTOR: RENATO LOBO 

viatrolebus
João Pessoa pode ter as obras do sistema Bus Rapid Transit (BRT) iniciadas este semestre, é o que diz o superintendente de mobilidade urbana da Capital, Carlos Batinga. Resta apenas a liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep) e a finalização de projetos complementares, para que a licitação da primeira fase das obras ocorra.
O Tribunal de contas havia paralisado o projeto por falhas no processo de licitação na elaboração do projeto executivo de engenharia e projeto ambiental, e a execução de obras poderia causar prejuízos aos cofres públicos.
De acordo com Batinga, todas as duvidas foram sanadas e o projeto já pode voltar a ser licitado. “Da parte de projetos estamos precisando apenas concluir alguns complementares. A pendência mesmo é a análise do terminal do Varadouro, por parte do Iphaep, uma vez que já obtivemos a liberação do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que é o órgão nacional”, disse.
“Já temos os recursos disponíveis para execução dessa parte da obra e vamos captar o restante à medida em que a primeira parte estiver sendo executada”, afirmou Batinga.
O projeto no eixo Pedro II, engloba o terminal de integração e servirá de convergência das linhas quando saem dos bairros, nas proximidades da Cehap; contará com estações de parada de ônibus e de faixa exclusiva ao longo das Avenidas Rodrigues Alves, Sérgio Guerra e Walfredo M. Brandão.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

200 cidades do mundo contam com sistemas de BRTs

AUTOR: RENATO LOBO

viatrolebus
Levantamento do BRTdata.org aponta que chegou a 200 o número de cidades do mundo que contam com sistemas de Corredores de ônibus na configuração Bus Rapid Transit (BRT), ou seja, com vias exclusivas e pagamento antecipado de passagem.
De acordo com dados da organização, 409 estruturas atendem aproximadamente 33,1 milhões de pessoas diariamente, o que corresponde a 5.275 quilômetros dedicados ao ônibus.
Entre os novos projetos em operação estão o de Islamabad, no Paquistão e Pereira, na Colômbia, com 3 novos corredores: Ruta 1, Ruta 2 e Ruta 3.
BRT da Colômbia
BRT da Colômbia
“Sistemas BRT aparecem como alternativas baratas e capazes de transportar com mais eficiência um número maior de pessoas”, diz a publicação do site “The City Fix Brasil“.
Os corredores de ônibus podem ser uma boa opção para atender a demanda de média capacidade, dando agilidade e regularidade ao ônibus. A priorização dos espaços aos coletivos pode tornar atrativa a troca do transporte individual motorizado pelo ônibus, e portanto reduzir índices de poluição, por conta da redução dos veículos particulares em trafego.
BRT no Paquistão
BRT no Paquistão
Na cidade de São Paulo, por exemplo, 65% dos índices de detritos atmosféricos ficam a cargo dos automóveis, de acordo com estudo do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema). (Leia mais)
Se o corredor for dotado com tecnologias limpas, como ônibus híbrido, elétrico por baterias ou até mesmo os trólebus, os ganhos ambientais podem ser ainda mais notáveis.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Prefeitura entrega novo Corredor Inajar de Souza – Centro

AUTOR: RENATO LOBO

viatrolebus
Fotos: Fábio Arantes/SECOM
Nesta quarta-feira, 3 de fevereiro, a Prefeitura de São Paulo entrega o novo corredor de ônibus Inajar de Souza, que passou por reforma.
A estrutura possui 14,6 quilômetros, e faz a ligação entre o Terminal Vila Nova Cachoeirinha e o Terminal Praça do Correio por meio das Avenidas Inajar de Souza, Marquês de São Vicente, Rudge e Rio Branco. A previsão é que 201 mil passageiros usem o corredor todos os dias, em 30 linhas.
Junto com o corredor, a prefeitura inaugura uma nova ciclovia com 3 quilômetros de extensão, entre as ruas Pedra Bela e Edmundo Krug, e uma pista de cooper com a mesma extensão, que começa na Av. Nossa Senhora do Ó e vai até a Rua Edmundo Krug.
inajar3
inajar2
inajar1

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

BRT de Uberaba completa 1 ano com boa percepção do usuário

AUTOR: RENATO LOBO /

viatrolebus
Neste domingo, 31 de janeiro, o sistema de corredor de ônibus da cidade de Uberaba, no estado de Minas Gerais, completa um ano de existência. O BRT-Vetor faz a ligação do Terminal Leste (Bairro Manoel Mendes) ao Terminal Oeste (Univerdecidade).
O portal G1 fez uma pesquisa para media a percepção do usuário em relação ao sistema de transporte. Para a maioria dos 1.949 internautas, o BRT-Vetor é ágil com cerca de 1.447 votos. Na sequencia, foi eleito a segurança e conforto, com 316 votos. Parte dos usuários disseram que existem dificuldades para a locomoção de pedestres e veículos ao longo da avenida (89).
Uma minoria disse que o sistema trouxe prejuízo para o comércio ao longo da via (52) e que o tempo de espera de coletivos que sigam dos terminais (26). Os riscos oferecidos nas estações e entrada/saída dos ônibus ficou em sexto lugar com 12 votos.
Para este ano a operadora do BRT promete revitalizar as paradas, com direito a internet gratuita para os usuários e painéis informativos de previsão de horários.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Corredor da Berrini será inaugurado na próxima semana

AUTOR: CAIO LOBO 

Após diversos atrasos, o corredor de ônibus que passa pela Rua Funchal, Av. Eng. Luis Carlos Berrini e Av. Chucri Zaidan será inaugurado na próxima segunda-feira, 21. Junto com o corredor sera inaugurado uma ciclovia com o mesmo trajeto no canteiro central. O trajeto todo terá aproximadamente 3km. A informação foi divulgada pelo secretário municipal de Infraestrutura Urbana (Siurb) durante reunião do Conselho da Cidade.
As obras inciaram em 2013 e a Prefeitura alega que os atrasos deveram-se ao ajuste fiscal do Governo Federal, já que os recursos do PAC vieram mais lentamente, e porque logo após o início das obras, a CET não tinha um plano para o desvio do trânsito.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Florianópolis descarta VLT e Monotrilho e deve construir BRT

AUTOR: RENATO LOBO 

Nesta sexta-feira, 27 de Novembro, foi apresentado o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (Plamus), onde estudos indicam que os futuros projetos de mobilidade devem contemplar a adoção de sistemas de corredores de ônibus do tipo “Bus Rapid Transit” (BRT).
Durante os trabalhos, que foram financiados pelo BNDES, também levou em conta o uso mistos de modais, entre ônibus, Veículos Leves sobre Tilhos (VLT) e Monotrilho. Porém, os meios de transportes sobre tilhos foram descartados, por a análise os considerar como de “alto custo”.
Os estudos devem nortear as ações do governo local em favor da mobilidade em um horizonte até o ano de 2040. A curto prazo, o Plamus prevê investimentos de R$ 3 bilhões em dez anos, metade disso no sistema BRT. O modelo deve ser implantado através de parcerias público-privadas, por meio de concessão.
“A nossa prioridade é a implantação do BRT, com corredores exclusivos para ônibus modernos e confortáveis, o que vamos fazer por meio de parceria público privada. Estamos estudando o modelo a ser implantado e a proposta é de que até 2018 o primeiro trecho esteja funcionando” — afirmou o secretário de Planejamento, Murilo Flores.
O plano prevê modificações em vias importantes da Capital de Santa Catarina e das cidades vizinhas, como as avenidas Mauro Ramos, a SC-401 e a BR-101. Em 10 anos, a malha cicloviária deve saltar de 64 para 350 quilômetros.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Rio pode ganhar mais 5 BRTs em 2 anos

AUTOR: CAIO LOBO // 

Durante a Cúpula dos Prefeitos, realizada nesta quarta, 9, no Rio de Janeiro, o presidente da Fetranspor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros), Lelis Teixeira, disse que a instituição tem projetos para a criação de 5 novos BRTs na cidade do região metropolitana do Rio de Janeiro e que tudo poderia ser feito em até 2 anos.
De acordo com reportagem do O Globo, o estado estuda a implantação dos corredores BRT do Leste Metropolitano e na Baixada Fluminense. No caso do Leste Metropolitano (Niterói-São Gonçalo- Itaboraí), o BRT deverá estar articulado com o projeto da Linha 3 do metrô. Já na Baixada Fluminense, os novos corredores deverão estar articulados com o sistema de trens e com o sistema de BRTs da cidade do Rio. O secretário estadual Transportes, Carlos Roberto Osorio, disse, no entanto, que por conta das restrições orçamentárias em curso, será necessário buscar parcerias com a iniciativa privada, o governo federal e municípios para viabilizá-los.
O prefeito Eduardo Paes também esteve no evento e disse que irá entregar, até o fim do seu mandato, os 150 km de BRT prometidos e disse que não pode se comprometer com mais pois sua gestão já está no fim.
Em uma outra palestra do evento, o ex-prefeito de Curitiba, Jaime Lerner, afirmou que o investimento no metrô é o ideal mas deve-se focar nos transportes de superfície, como os BRTs, pois traz benefícios a curto prazo.