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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Chineses propõem assumir administração da Trensurb por 30 anos

Revista Ferroviária

14/02/2017 - Plantão RS
Um grupo de investidores chineses fez uma proposta tentadora para o Governo Federal, a de assumir a concessão da Trensurb por 30 anos e investir R$ 1 bilhão em mobilidade urbana no Rio Grande do Sul. As informações sobre a proposta de concessão da empresa federal foram publicas nesta terça-feira (14), pelo Metro Jornal, do Grupo Bandeirantes.
Em contrapartida, a CREC (sigla em inglês para China Railway Engineering Group Corporation) transformaria a mobilidade de Porto Alegre e Região Metropolitana. Seriam criadas oito linhas de aeromóvel, entre elas uma que pode substituir o metrô porto-alegrense, projeto que perdeu as verbas previstas pelo Governo Federal. O investimento chegaria a R$ 1 bilhão, segundo a Aeromóvel do Brasil, responsável pela ligação já existente entre o Aeroporto Salgado Filho e a Estação Anchieta da Linha 1 da Trensurb.
Conforme o Metro, a proposta da empresa foi recebida positivamente pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Ainda não há definição se os planos asiáticos vão sair do papel. Não há prazos, mas a proposta é concreta, identificando os locais onde poderiam ser construídas as conexões com a linha principal já existente.
A empresa chinesa conta com a vontade do Governo Federal de privatizar a Trensurb. A empresa de economia mista é considerada deficitária pela União. Além de ter alto custo de operação com a circulação de trens construídos em 1985 e novas composições, compradas em 2014 com uma série de defeitos, a tarifa é, em parte, custeada pelo Governo Federal, para se manter atrativa à população.
O governo vê na venda ou cedência da companhia por algumas décadas uma solução para três problemas: o déficit gerado pela venda de passagens a baixo custo, a necessidade de investimento em modernização e reforma das estações e, ainda, a necessidade de ampliação do serviço de transporte público.
Outro fator levado em consideração é o custo das obras. Uma linha de aeromóvel sairia, segundo o Ministério das Cidades, oito vezes mais barata que se fossem construídas estruturas de metrô ou trem de superfície. O custo da obra das duas linhas do Aeromóvel de Canoas é avaliado em R$ 80 milhões.

A proposta chinesa

Segundo a proposta da CREC, as linhas seriam construídas em pontos em que não há atendimento da linha 1 da Trensurb. A primeira linha do aeromóvel ligaria o Mercado Público ao Terminal Triângulo, via avenidas Cairu e Assis Brasil, substituindo a custosa obra da linha 2 do metrô. Uma segunda parte da linha faria a conexão entre a estação Farrapos e a avenida Cairu.
Outra proposta é levar o aeromóvel do Triângulo até Cachoeirinha e, de lá, uma nova conexão levaria os passageiros até Gravataí. Do terminal da zona Norte de Porto Alegre também sairia, pela proposta, uma outra linha que seguiria pela avenida Baltazar de Oliveira Garcia em direção a Alvorada.
Mais duas linhas propostas iriam percorrer as zonas Sul e Leste. Uma delas é prevista para ligar a avenida Ipiranga em toda a sua extensão, passando pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e PUCRS, até Viamão. A outra é prevista para o trecho entre o Mercado Público e o bairro Tristeza, na zona Sul de Porto Alegre, passando pelas avenidas Borges de Medeiros, Padre Cacique, Chuí, Icaraí e Wenceslau Escobar.
Na Região Metropolitana, o grupo chinês iria continuar as obras do Aeromóvel de Canoas, suspensas pela Prefeitura Municipal devido ao alto custo de construção. Pela proposta da Aeromóvel do Brasil, até então responsável pela obra, estão previstas a ligação dos bairros Mathias Velho e Guajuviras com a estação de trem que leva o nome do primeiro bairro e a ligação do Centro com a Ulbra, no bairro São Luís.
Outra linha faria, ainda a já projetada segunda ampliação da linha 1 da Trensurb, que não saiu do papel. Pela proposta, a CREC construiria uma nova linha de aeromóvel ligando Campo Bom, no Vale do Sinos, com a estação Novo Hamburgo.
Ao concluir todas estas obras, a empresa chinesa quer poder transportar 25% da população da Região Metropolitana de Porto Alegre, cerca de 1,04 milhão de pessoas por dia.

A CREC

A CREC (China Railway Engineering Group Company) é a maior construtora do mundo, tendo construído o TGV chinês (Trem de Grande Velocidade) e a ferrovia Transiberiana, entre os dois extremos da Rússia. A empresa também é responsável por elaboração de estradas e outras obras de engenharia na Ásia.
Se confirmada a concessão da Trensurb (que preferiu não comentar o assunto) para a gigante chinesa, a CREC prevê criar 3.000 empregos diretos e indiretos. Os chineses também avaliam, depois de instalados no Estado, construir sistemas de transporte entre Canela e Gramado, na Serra gaúcha, e em Rio Grande, na região Sul, além de outras cidades brasileiras.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Todos novos trens da Trensurb só voltarão para operação em 2017

AUTOR: RENATO LOBO

viatrolebus
A Trensurb só deve ter seus 15 novos trens de volta a operação em maio de 2017. Cinco composições retornaram aos trilhos e outros três devem voltar a transportar passageiros até o final do ano.
A frota foi retirada de circulação após detectado problemas com rolamentos, que por sua vez ocasionaram vazamentos de água.
A empresa seguiu recomendação do Ministério Público Federal – MPF, e multou os fornecedores em mais de R$ 4,5 milhões. Os trens foram fabricados pelo consórcio FrotaPoa, formado pela Alstom e a Caf. Entraram em operação em 2014, e no mesmo ano a circulação chegou a ser suspensa por conta de um descarrilamento.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Ministro fala em concessão de Trensurb e Metrô de Porto Alegre

AUTOR: RENATO LOBO

viatrolebus
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vê a concessão de serviços de mobilidade ao setor privado, como única alternativa de deslanchar o projeto do Metrô de Porto Alegre. Em entrevista ao jornal Zero Hora, Padilha diz ainda que a Trensurb deve ser incluído no pacotão, que contempla a concessão de aeroportos, portos e rodovias.
Na avaliação do ministro, faltam recursos para colocar os projetos de pé. “…não vamos ter dinheiro federal para os investimentos. Vamos lembrar que em 1997 (Padilha era ministro dos Transportes) eu quis iniciar o metrô de Porto Alegre e me foi dito pelo prefeito (Raul Pont) que não necessitava, porque o sistema de ônibus era muito bom. Agora, o governo não tem dinheiro para fazer”, afirma Padilha.
O ministro não afasta de promover Parcerias Público Privados. “Concessão precisa da participação do setor público porque a iniciativa privada, nos termos em que foi colocado o estudo, ainda não vê viabilidade. Poderemos lançar nova PMI (proposta de manifestação de interesse)”. Sobre a Trensurb, Padilha diz também que poderá ter uma “concessão conjunta”, com o Metrô.
Metrô Leve
Apesar de chamar de Metrô, um site da prefeitura da capital gaucha da conta de que o modal será o “metrô leve com alimentação elétrica”. Em algumas localidades, o termo é atribuído aos Veículos Leves Sobre Trilhos, e em outros, composições mais robustas, porém menores que o metrô pesado.
De acordo ainda com a prefeitura, o projeto será baseado em um modelo de integração com os sistemas de BRTs (Bus Rapid Transit) e com o Trem Metropolitano (Trensurb), sendo uma ação estruturante não apenas para a Capital mas para toda Região Metropolitana.
Já existe desenhado uma fase 1, com 14,88 km, e 13 estações, distribuídas entre as proximidades da Esquina Democrática e a FIERGS, na Zona Norte. O serviço deve atender a 300 mil passageiros por dia útil por meio de 25 composições de quatro carros, oferecendo intervalos de 180, 120 e até mesmo 90 segundos entre um embarque e outro.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Novos trens da Trensurb são retirados de circulação

AUTOR: RENATO LOBO 

viatrolebus
As 15 novas composições da Trensurb, em operação desde fevereiro de 2015, estão fora de operação por problemas de infiltração. Segundo um comunicado à imprensa, peças dos trens foram encaminhados ao consórcio fornecedor para reparos.
A expectativa é que as composições retornem na próxima semana. Segundo ainda a Trensurb, não houve atrasos em horários e partidas, sendo que a operação esta sendo feita por trens antigos.
O material rodante foi adquirido por R$ 256,8 milhões, sendo R$ 14,7 milhões por unidade, e fabricado pelo consórcio FrotaPoa (formado por Alstom e CAF). Cada composição possui quatro carros.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Funcionários da Trensurb entram em estado de Greve

AUTOR: RENATO LOBO //

Funcionários da Trensurb decidiram entrar em estado de greve em audiência realizada na segunda-feira (15). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Rio Grande do Sul (Sindimetrô-RS), a Trensurb não apresentou proposta concreta em relação às reivindicações dos trabalhadores.
Um novo encontro da categoria deve ser realizado na próxima sexta-feira (19) a sede do sindicato. Os trabalhadores pedem reajuste de 23,8%, que garante a inflação do período e a recuperação de perdas salariais acumuladas. A categoria ainda não definiu o dia que paralisará as atividades.
O Metrô de Porto Alegre possui 22 estações, em uma linha com 43,4 km de extensão, que transporta em média 190 mil pessoas por dia.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cidade de Porto Alegre só terá metrô em 2019

Sonho antigo dos porto-alegrenses, o projeto do metrô da Capital, apesar de ainda não ter saído do papel, segue avançando. A prefeitura também se mantém otimista com a realização dessa conquista para a cidade. A estimativa é iniciar a operação da primeira linha do metrô — que irá do Terminal Triângulo até o Mercado Público em 17 minutos — no segundo semestre de 2019. Cálculos indicam que o transporte será utilizado por cerca de 325 mil pessoas por dia, o que leva o Paço Municipal a crer que o modelo não vai gerar prejuízo aos cofres públicos. 


Técnicos do metrô de Madrid, contratados pelo executivo municipal como validadores independentes, desembarcaram em Porto Alegre no fim de maio para ajudar na análise das quatro propostas apresentadas em abril pela iniciativa privada. Os espanhóis — que também estão assessorando o governo baiano na construção do metrô de Salvador — permanecem na cidade até a consolidação do projeto. “Eles têm isenção total para olhar os modelos e dizer tecnicamente qual o melhor”, explica o secretário de Gestão, Urbano Schmitt. 

A Proposta de Manifestação de Interesse lançada pela prefeitura sugeriu um traçado mínimo de linha, que poderá ser aumentado ou modificado, incluindo alterações na localização das estações, conforme a necessidade. As propostas apresentadas estão divididas em nove capítulos, tornando possível que trechos de cada um dos projetos sejam incorporados à concepção final. “Algumas empresas podem ter construído melhor um aspecto, enquanto que outras podem ter proposto melhor outros pontos”, aponta o gerente do MetrôPoa, Luís Ribeiro.

Quem paga pelo projeto, ou pelas partes utilizadas de cada uma das quatro propostas, é a empresa vencedora da licitação, que executará a obra e terá o direito de administrar o sistema por 25 anos. O edital deve ser lançado até o final do ano. Os interessados terão em torno de três meses para entregar a oferta de menor valor da parcela de contraprestação da prefeitura, estimada em R$ 20 milhões anuais, totalizando R$ 500 milhões ao fim dos 25 anos. Na prática, esse valor extra pago pela prefeitura — além do investimento de R$ 690 milhões que será feito na obra propriamente dita —  funciona como um subsídio para viabilizar a operação pelo tempo de amortização do investimento. “O pacote que estamos contratando é o preço da construção e da operação do metrô arrecadando a passagem de 325 mil passageiros por dia durante 25 anos”, explica Schmitt.

Perfuração a mais de 25m

A prefeitura acredita que a construção levará, no máximo, cinco anos para ficar pronta. A perfuração será exclusivamente feita pelo subterrâneo, utilizando o método construtivo conhecido como shield. Isso significa que não haverá interrupções de tráfego em áreas extensas. A escavação do túnel para o metrô ocorrerá de 25 a 30 metros de profundidade. A estrutura geológica da Capital não deve ser um problema de engenharia, pois a maior parte do solo é arenito. 

Apenas a área central é composta por granito, material de perfuração mais difícil. O município ficará responsável pelas desapropriações, avaliadas em R$ 195 milhões. “Já foi feita uma demarcação dentro do projeto básico, mas que poderá ser modificada”, alerta Schmitt.

Depois, Azenha ao Mercado Público

A prefeitura aposta que a mesma empresa privada que fará a primeira linha do metrô da Capital também fará uma parceira para construir a segunda linha, cujo traçado ligará a Azenha ao Mercado Público. “A empresa que ganhar a primeira etapa tem a condição de depois explorar a segunda”, afirma o secretário de Gestão, Urbano Schmitt. Ele esclarece que os custos dessa nova obra, no entanto, ainda não foram estimados e não fazem parte do projeto inicial.

Fonte: Correio do Povo

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Nova dinâmica - Modelo de licitação da União reduz preço de trens

Modelo de licitação do governo federal reduz preço de trens

A partir de 2010, o governo federal passou a comprar trens e criar nova dinâmica no processo de licitação.

Este movimento, somada as denúncias da Siemens de prática de cartel no Metrô e na CPTM, levou o governo Alckmin a reduzir gastos com aquisição de trens da CPTM, em licitação realizada em 2013, é o que mostra estudo da Bancada do PT.

Em valores nominais, as compras dos trens feitas pela CBTU (10 trens) do governo federal em 2010 (R$ 3,6 milhões) saíram mais baratas do que as realizadas pela CPTM (40 trens), em 2008 (R$ 3,678 milhões. Apesar da escala da empresa paulista ser quatro vezes maior do que o da empresa federal.

Também há de se considerar que os trens comprados pela CBTU são diferentes dos da CPTM, pois os trens das empresas federais são compostos com 50% de carros motor com cabine (CMC), mais caros, e nos da CPTM apenas 25% dos carros são carros motor com cabine. Os outros 25% da CPTM são apenas carros motor (CM). Em todas as empresas 50% são carros reboque sem motor (CR).

Leia em anexo o estudo realizado pela Assessoria de Transportes da Bancada do PT.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Expansão Novo Hamburgo

Dados gerais
  • Extensão: 9,3 quilômetros em elevado.
  • Número de estações: cinco com acessibilidade universal – Rio dos Sinos (São Leopoldo), Santo Afonso, Industrial, Fenac e Novo Hamburgo, (Novo Hamburgo).
  • Tempo estimado do percurso total: 55 minutos.
  • Investimento estimado: R$ 953 milhões. Recursos do Governo Federal.
  • Prazo estimado para conclusão: segundo semestre de 2013.
  • Demanda prevista a ser agregada ao sistema: 30 mil novos usuários.
  • Contratação direta de 1.200 trabalhadores para execução da obra e outros 3.000 empregados indiretos.
  • Execução das obras: Consórcio Nova Via – empresas Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez, Toniolo/Busnello e T'Trans.
Principais benefícios
  • Tarifa de transporte público mais barata da Região Metropolitana de Porto Alegre.
  • Diminuição do tráfego de automóveis e ônibus na BR-116, gerando diminuição de acidentes e da poluição do ar.
  • Constituição do Terminal Integrado Regional junto à Estação Fenac;
  • Integração tarifária com mais de 600 linhas de ônibus da Região Metropolitana de Porto Alegre, através de bilhetagem eletrônica.
  • Melhoria da infraestrutura de transporte público da Região Metropolitana de Porto Alegre para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.
  • Reurbanização dos entornos das estações (obras de drenagem pluvial, saneamento, pavimentação de ruas e calçadas, etc.).
  • Construção de uma ponte rodoviária sobre o Rio dos Sinos ao longo do prolongamento da Av. Mauá, em São Leopoldo.
  • Novo sistema viário desde a Av. Mauá (a partir da travessia do Rio dos Sinos) até a Av. Governador Roberto da Silveira, com duas pistas laterais ao elevado, canteiro central e passeios laterais.
  • Execução de serviços para melhoramento hidrodinâmico do Arroio Luiz Rau.
Acesse o relatório de fiscalização mais recente clicando aqui.
Para mais informações acompanhe as notícias.

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Novos trens da Trensurb comecarão a chegar em maio de 2014


O primeiro dos 15 novos trens encomendados pela Trensurbdeverá estar em Porto Alegre em maio de 2014, confirmou ontem o diretor de Administração e Finanças da estatal, Leonardo Hoff, a propósito de nota desta coluna relatando a adesão ao metrô de importantes executivos de empresas, moradores de Novo Hamburgo, que deixam o carro particular na estação Santo Afonso para vir a Porto Alegre. 

É o que faz também o diretor Hoff em seu deslocamento diário à Capital, onde fica a administração da empresa, trajeto de 35 minutos em que ele aproveita para conversar com funcionários, operadores, seguranças e com a comunidade usuária. 
Os novos trens, além de mais modernos, vêm equipados com ar-condicionado. Todos os 15 veículos deverão estar disponíveis até janeiro de 2015.  

Informações: Jornal do Comércio

terça-feira, 3 de julho de 2012

Trensurb deve receber 10 novos trens do governo federal

A Trensurb será uma das beneficiadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Equipamentos, anunciado nesta quarta-feira (27) pelo governo federal. A estatal deve receber 10 novos trens, com 6 vagões cada, num investimento total de R$ 260 milhões. A medida é um importante passo para resolver o problema de superlotação nos horário de pico na linha que liga Porto Alegre à região do Vale do Sinos.
Segundo a Trensurb, em breve será iniciado o processo de licitação para a compra. A escolha da empresa vencedora deve ser feita até o final de 2012. A partir de então, os vagões começam a ser fabricados. Os novos trens devem estar disponíveis para o uso em cerca de 2 anos.
O presidente da Trensurb, Humberto Kasper, esteve presente no anúncio do PAC Equipamentos na manhã desta quarta, feito pelo ministro da Fazendo, Guido Mantega, e pela presidente Dilma Rousseff. O plano prevê que o governo fará compras no valor de R$ 8,4 bilhões, dando preferência para empresas nacionais. O novo pacote é uma tentativa do governo federal de estimular a economia do país.
Fonte: G1