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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Trinta fotos contra a Ditadura do Automóvel

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Imagens demonstram: quando desafiam paradigma automobilístico, sociedades são capazes de construir espaços urbanos agradáveis, igualitários e acolhedores
Proporcionar mais espaço aos pedestres é uma das principais metas dos projetos de renovação urbana em muitas cidades do mundo.
Recorrendo à distribuição do espaço público, que implica, muitas vezes, em restringir o espaços dos automóveis – seja nas ruas ou estacionamentos -, plantar mais árvores, construir mais calçadas e ciclovias e estabelecer novas zonas de lazer, é possível projetar lugares mais acolhedores, com menos congestionamento viário e que fomentam o uso de meios de transporte sustentáveis, como as caminhadas e o ciclismo.
Visando divulgar as renovações que mudaram o desenho das cidades, o coletivo brasileiro Urb-I, composta por arquitetos e urbanistas, iniciou o projeto Antes/Depois, que, como diz seu nome, mostra como era as ruas no passado e como são hoje, expondo indubitáveis mudanças em seus desenhos.
O projeto tem caráter colaborativo, então, qualquer pessoa pode recorrer ao Google Street View ou outra ferramenta para divulgar as mudanças que estão acontecendo em sua cidade.
Veja, a seguir, a renovação de alguns espaços urbanos.
Padre Alonso de Ovalle, Santiago de Chile. Cortesia de Urb-I
Apoquindo, Santiago de Chile. Cortesia de Urb-I
Bank St., Adelaida, Austrália. Cortesia de Urb-I
Bank St., Adelaida, Austrália. Cortesia de Urb-I
Boulevard Ion C., Bucarest, Rumania. Cortesia de Urb-I
Boulevard Ion C., Bucarest, Rumania. Cortesia de Urb-I
Forth St., Auckland, Nova Zelânda. Cortesia de Urb-I
Forth St., Auckland, Nova Zelânda. Cortesia de Urb-I
Griffith Park Boulevard, Los Angeles, Estados Unidos. Cortesia de Urb-I
Griffith Park Boulevard, Los Angeles, Estados Unidos. Cortesia de Urb-I
Minquen W Rd, Taipei, Taiwan. Cortesia de Urb-I
Minquen W Rd, Taipei, Taiwan. Cortesia de Urb-I
Calle Marqués de Leganés, Madri, Espanha. Cortesia de Urb-I
Coenties Slip, Nova York, Estados Unidos. Cortesia de Urb-I
Regnbuepladsen, Copenhague, Dinamarca. Cortesia de Urb-I
Rue St. Hubert, Montreal, Canadá. Cortesia de Urb-I
R Sacadura Cabral, Rio de Janeiro, Brasil. Cortesia de Urb-I
R Nova do Carvalho, Lisboa, Portugal. Cortesia de Urb-I
Plaza Tiradentes, Rio de Janeiro, Brasil. Cortesia de Urb-I
Dutch Kills Green, Queens, Nova York, Estados Unidos. Cortesia de Urb-I
Palace St., Dublin, Irlanda. Cortesia de Urb-I
Avenue General Brosset, Lyon, Francia. Cortesia de Urb-I
Avenue Shamrock, Montreal, Canadá. Cortesia de Urb-I
Agias Sofias, Salónica, Grécia. Imagem 2015 por Kosmas Anagnostopoulos. Cortesia de Urb-I
Av. Duque de Ávila, Lisboa, Portugal. Cortesia de Urb-I
Avenida Francisco I Madero, Cidade do México. Cortesia de Urb-I
Avenida José Larco, Lima, Peru. Cortesia de Urb-I
Avenue General Brosset, Lyon, Francia. Cortesia de Urb-I
Stationsstraat, San Nicolás de Flandes, Bélgica. Cortesia de Urb-I
Strada Halelor, Bucarest, Romênia. Cortesia de Urb-I
Strada Halelor, Bucarest, Romênia. Cortesia de Urb-I
Times Square, Nova York, Estados Unidos. Cortesia de Urb-I
Venn St., Londres, Reino Unido. Cortesia de Urb-I
Young St., Southport, Austália. Cortesia de Urb-I
Shlomtsiyon HaMalka, Jerusalém, Israel.Cortesia de Urb-I
Cita:Gaete, Constanza Martínez. “Antes/Depois: 30 fotos que mostram que é possível projetar para os pedestres” [Antes / Después: 30 fotos que demuestran que es posible diseñar pensando en los peatones] 27 Ago 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Romullo Baratto) Acessado 29 Ago 2015. <http://www.archdaily.com.br/br/772541/antes-depois-30-fotos-que-mostram-que-e-possivel-projetar-para-os-pedestres>

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Nova York reduz limite de velocidade com meta de zerar mortes no trânsito

Limite nas ruas caiu para 40 km/h, uma redução de 8 km/h. Em 2013, 178 pessoas morreram atropeladas na cidade. SP teve quase três vezes mais.




Em Nova York, entrou em vigor na última sexta-feira (7) um novo limite de velocidade nas ruas. A cidade tem como meta reduzir a zero o número de mortes no trânsito, nos próximos dez anos.
Na cidade mais populosa dos Estados Unidos, os carros estão andando mais devagar. E não é por causa do trânsito. É que o limite de velocidade nas ruas caiu para 25 milhas, ou 40 km/h. Uma redução de 8 km/h na velocidade máxima permitida.
Parece pouco? Não é. "Essa redução significa que, se o pedestre for atingido por um carro, o risco de morte cai pela metade", explica a chefe do departamento de trânsito da cidade.

No ano passado, 178 pessoas morreram atropeladas em Nova York - uma cidade com quase 8,5 milhões de habitantes. Em São Paulo, com uma população de quase 12 milhões, foram 514 atropelamentos fatais, quase três vezes mais.

“Mortes no trânsito não são inevitáveis e não podemos aceitá-las". Esse é o lema do programa ambicioso que está sendo implantando em Nova York e que pretende zerar o número de mortes no trânsito até 2024. O foco inicial é reduzir os atropelamentos, que matam, principalmente, idosos e crianças.

Sam Schwartz, que já foi secretário de Transportes da cidade, diz que, para que a mudança dê resultado, é preciso fiscalização: “E só mais policiais nas ruas não é suficiente", diz ele.
Mas há quem duvide da eficácia da medida. “Acho que isso é só mais um jeito de a cidade arrecadar mais dinheiro”, avalia um motorista.

Para Amy, que perdeu o filho de 12 anos atropelado, qualquer ação que resulte em uma morte a menos, já é válida: "Temos que fazer de tudo para tornar as ruas mais seguras", ela destaca.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Prefeitura anuncia abertura do Minhocão para as pessoas aos sábados

AUTOR: RENATO LOBO 

Agora é oficial. O Elevado Costa e Silva ficará fechado aberto para as pessoas no meio da tarde de todos os sábados. A prefeitura anunciou a medida nesta segunda-feira (6).
A abertura da via para a pedestres e ciclistas, que ocorria a partir das 21h30 de sábado, será antecipada para 15 horas. O novo horário passa a valer no dia 11.
Segundo estudos técnicos da CET, os dados “indicaram que o trânsito na região transcorreu dentro da normalidade, bem como o serviço de transporte coletivo”. Agentes da Companhia de Engenharia de Trafego devem acompanhar e monitorar nos primeiros meses as ruas da região.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Temporal inunda 77 pontos de SP, para trens e fecha aeroporto na hora do rush

Na região de Pinheiros e Butantã, quase metade da chuva prevista para o mês caiu em 2h; dezenas de carros foram arrastados pela água.
As regiões do Butantã e de Pinheiros concentraram os maiores índices de chuva, com 101 e 100 milímetros, respectivamente. Foto: JB Neto/AE
Em uma quinta-feira de calor recorde, um grande temporal castigou São Paulo e provocou 77 pontos de alagamento bem na hora da volta para casa, entre 17h e 19h. As zonas oeste e sul foram as mais afetadas.
As regiões do Butantã e de Pinheiros concentraram os maiores índices de chuva, com 101 e 100 milímetros, respectivamente. Para se ter uma ideia, em apenas duas horas choveu quase metade (46%) do que era esperado para o mês nessas regiões.
A cidade inteira registrou uma média de 26,3 milímetros de chuva – número obtido pelos medidores instalados nas 31 subprefeituras. É o equivalente a 12% do previsto para fevereiro.
Já o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 33, 3ºC no Mirante de Santana, órgão oficial de medição. O recorde anterior de calor era de 32,7ºC, em 5 de janeiro. A previsão para hoje e amanhã é de que os termômetros alcancem novamente valores em torno dos 33ºC.
O Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, ficou fechado por quase uma hora para pousos e decolagens, das 17h48 às 18h40. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) não soube precisar quantos voos foram afetados, mas 16 (ou 6,7% do total) atrasaram.
Uma linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também parou, causando reflexos em todo o sistema de trem e metrô. Instaurou-se o caos na Estação Pinheiros.
Dezenas de carros estacionados na rua foram arrastados pela enxurrada. A cena foi vista principalmente na Pompeia, na zona oeste, nos arredores do Sesc e no cruzamento da Turiaçu com a Pompeia. Na mesma região, o Mercado da Lapa e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) alagaram.
A sede social do São Paulo Futebol Clube, no Morumbi, zona sul, ficou totalmente submersa, assim como o canteiro de obras do monotrilho da Avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste.
Ruas e avenidas importantes na cidade, como 23 de Maio, 9 de Julho, Henrique Schaumann, Rebouças, Pedroso de Morais e Marginal do Pinheiros ficaram debaixo d’água, o que congestionou o trânsito.
Até regiões que não costumam alagar com frequência, como os Jardins, na zona sul, e o bairro do Limão, na zona norte, tiveram ruas inundadas em questão de minutos. Também foram registrados pontos isolados de falta de luz e queda de internet.
Região Metropolitana
Outras cidades da Grande São Paulo também sofreram com as enchentes. Municípios do ABC Paulista, como Santo André e São Bernardo, além de Osasco, Barueri e Santana de Parnaíba, tiveram pontos de alagamento.
Fonte: Estado de S. Paulo, Por Nataly Costa, Adriana Ferraz, Bruno Ribeiro e Caio Do Valle

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Governo de SP anuncia que obras viárias ao redor do Itaquerão começam na quarta-feira


Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Durante a visita de uma comitiva da FIFA ao estádio do Corinthians em Itaquera, o governo do Estado de São Paulo anunciou que na próxima quarta-feira as obras viárias na região da arena, na zona leste da capital paulista, serão iniciadas. Com investimento de R$ 450 milhões, o projeto é uma parceria do governo com a prefeitura de São Paulo.
Na primeira fase da obras está prevista a construção de uma nova via de ligação Norte-Sul, entre as avenidas Itaquera e José Pinheiro Borges e de seus viadutos. Também serão construídas uma via de ligação entre a avenida Norte-Sul e a Miguel Inácio Cury e outras adequações viárias próximas à estação Corinthians-Itaquera do metrô.
A primeira etapa será feita pelo Consórcio Vizol, vencedor da licitação. As obras devem se estender até abril de 2014, dois meses antes da abertura da Copa, que será no Itaquerão.
As obras no estádio do Corinthians fecharam agosto com 48,74% de avanço. As arquibancadas inferior e superior leste da arena já estão com todos os degraus assentados. Já as arquibancadas do setor, oeste, sul e norte estão avançando rapidamente, informou o site oficial do clube na semana passada.
Inicialmente, o custo da arena estava estimado em R$ 820 milhões, mas o valor final deve superar R$ 1 bilhão. A Odebrecht pretende entregar o estádio pronto em dezembro de 2013, mas o clube paulista vislumbra celebrar o aniversário de 103 anos, em setembro de 2013, no estádio.
Fonte: Uol, Por Paulo Passos