quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

RodapéNews 111213

COMPROVADAS NO EXTERIOR, FRAUDES DA “MÁFIA DOS TRENS DE SP” SERÃO INVESTIGADAS PELO STF



QUEM COMANDA A "MÁFIA DE TRENS EM SP" QUE PROVOCOU ROMBO BILIONÁRIO AOS COFRES PÚBLICOS DO ESTADO DE SP NOS ÚLTIMOS 20 ANOS?

TUCANOS CONTINUARÃO MANTENDO A HIPOCRISIA SOBRE PARTICIPAÇÃO NAS FRAUDES, PARCELAS DAS QUAIS JÁ FORAM COMPROVADAS  NA ALEMANHA E NA SUÍÇA?
Folha - 11/12/2013
Faltam respostas - por Simão Pedro, deputado estadual licenciado e atual Secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo
Diante da repercussão do caso, algumas lideranças do PSDB aqui em São Paulo e em Brasília valeram-se do velho recurso de desqualificar a denúncia com ataques aos denunciantes. 
Sem ter como rebater as acusações de formação de cartel nem como justificar o que a Justiça da Alemanha e da Suíça já comprovaram, dizem que se trata de uma operação eleitoral.
Ora, que seja. Enquanto isso, a opinião pública quer saber, afinal, por que há depósitos no estrangeiro ligados a lideranças dos sucessivos governos tucanos de São Paulo e de Brasília. Quem comandou a organização do cartel e com que interesse.
Procuram-se respostas simples, que podem afinal elucidar um caso que se arrasta a tanto tempo na Justiça e no Ministério Público de São Paulo. O resto é cortina de fumaça.

PROCESSO SOBRE "MÁFIA DOS TRENS EM SP" VAI PARA O STF

DOLEIRO CONFESSA QUE RECEBIA DINHEIRO VIVO, ORIGINÁRIO DAS FRAUDES, NA SEDE DA CPTM 
Estadão - 11/12/2013 - Manchete de capa
> Justiça envia ao Supremo Tribunal Federal (STF) inquérito do cartel de trens
Justificativa é de que a ‘eventual prática de infrações penais’ envolveria políticos com foro privilegiado
> Doleiro recebia na sede da CPTM

Estadão - 11/12/2013 - Página A4
> Justiça manda para o STF inquérito sobre o cartel dos trens em São Paulo
Juiz acolhe pedido da Polícia Federal e remete para o Supremo investigação que menciona deputados federais e outros agentes públicos que detêm foro privilegiado; em recente depoimento ao MPF, ex-executivo da Siemens fala em ‘acordos financeiros’ com políticos
> Doleiro diz que buscava dinheiro vivo na CPTM com ex-diretor
Em depoimento à Polícia Federal, Marco Cursini disse que recebia dólares de João Roberto Zaniboni na sede da estatal paulista

O Globo
Justiça Federal em SP envia ao STF inquérito sobre cartel em licitações de trens e Metrô em SP
SÃO PAULO - A Justiça Federal em São Paulo transferiu para o Supremo Tribunal Federal (STF) o inquérito que investiga o pagamento de propinas a agentes públicos por empresas investigadas por formação de cartel nas licitações de trens para o Metrô e para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O pedido de transferência foi feito pelo delegado da Polícia Federal Milton Fornazari Junior, responsável pelo inquérito, na última quinta-feira. O Ministério Público Federal se manifestou contra a transferência, uma vez que as investigações ainda estão em curso e não há até agora qualquer prova de envolvimento de autoridades detentoras de foro especial

DEPOIMENTOS DE TESTEMUNHAS CHAVES LIGAM SECRETÁRIOS DE ALCKMIN A PROPINA, RELATAM LICITAÇÕES COM "CARTAS MARCADAS"  E APONTAM PARA A EXISTÊNCIA DE CONTA SECRETA NA SUÍÇA PARA PAGAMENTO DE PROPINA

EDSON APARECIDO E RODRIGO GARCIA, SECRETÁRIOS DE ALCKMIN, FORAM CITADOS, ENTRE OUTROS, COMO SUPOSTOS DESTINATÁRIOS FINAIS DA PROPINA
Folha
Delator depõe e liga dois secretários de Alckmin a propina
Um novo depoimento da testemunha-chave no inquérito da Siemens cita dois secretários do governador Geraldo Alckmin (PSDB), um deputado federal e um estadual como recebedores de propina do cartel que atuava no Metrô e na CPTM.
Foi o que levou a Justiça Federal em São Paulo a enviar a investigação para o STF (Supremo Tribunal Federal).
Os políticos citados como tendo recebido suborno são Edson Aparecido (PSDB), chefe da Casa Civil de Alckmin, Rodrigo Garcia (DEM), secretário de Desenvolvimento Econômico de Alckmin, o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e o estadual Campos Machado (PTB).
Aparecido e Garcia são deputados federais licenciados e só podem ser investigados em inquérito conduzido pelo Supremo


G1 / Jornal da Globo - 10/12/2013
Vídeo e texto: Justiça Federal de SP envia ao STF inquérito sobre cartel de trens
Investigação envolve autoridades com foro privilegiado.
Decisão não impede que juiz de primeira instância atue no processo
Inquérito que apura suspeita de corrupção em trens de SP vai ser encaminhado para o STF

CA
SP, a capital nacional da corrupção !

PETER ANDREAS GOLITZ , FUNCIONÁRIO DA SIEMENS E OUTRA TESTEMUNHA CHAVE, RELATA Á PF FUNCIONAMENTO DAS LICITAÇÕES COM "CARTAS MARCADAS" 
R7
Engenheiro da Siemens detalha para a Polícia Federal ação de cartel
Peter Andreas Gölitz revelou o esquema que fez o cartel conquistar contratos milionários
Seu relato descreve ajustes prévios e como executivos das multis combinavam preços e condições em reuniões frequentes para tratar dos projetos Linha 5 do Metrô — antiga linha G da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para construção da conexão Capão Redondo/Largo 13 de Maio —, manutenção dos trens da CPTM série 3000 e projeto Boa Viagem (modernização de trens da CPTM)
[A partir das licitações "com cartas marcadas" surgiam os contratos superfaturados; destes saíam pagamentos de propina de até 30%, com base em prestação terceirizada e quarterizada de  serviços fictícios,  bem com os de consultoria também inexistentes]

MARK WILLIAN GOUGH, ALTO EXECUTIVO DA SIEMENS NA ALEMANHA, DEPÕE À PF E ADMITE PAGAMENTO DE PROPINA A PARTIR DA CONTA SECRETA EM NOME DE ADILSON PRIMO, EX-PRESIDENTE DA SIEMENS DO BRASIL
Estadão
Siemens admite à PF suspeita de propina
Mark Willian Gough, australiano, residente em Munique, vice-chefe do setor de compliance - setor que disciplina regras internas de conduta -, depôs à PF em São Paulo dia 6 de novembro. Em 12 páginas ele detalhou as investigações da Siemens sobre a conta e relatou que a Justiça da Suíça o informou que parte dos recursos que transitaram pela conta de Primo foi parar em contas de um funcionário da reserva da Marinha e de doleiros que foram presos durante a investigação do caso Banestado - evasão de R$ 30 bilhões de dólares de empresários brasileiros no exterior nos anos 1990, via o antigo Banco do Estado do Paraná

Nenhum comentário:

Postar um comentário