segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ecorodovias, Arteris e CCR discordam de aumento nas tarifas de pedágio

Foto: QUATRO RODAS
Foto: QUATRO RODAS
A Ecorodovias manifestou discordar com os reajustes dos pedágios determinados pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), pois não correspondem à aplicação dos índices previstos nos contratos de concessão. A empresa afirmou que tomará as medidas cabíveis ao cumprimento dos contratos.
A Artesp adotou reajustes médios nas tarifas de pedágio das concessionárias Ecovias dos Imigrantes e Ecopistas, de 4,58% e 6,97%, respectivamente, a partir de amanhã.
A empresa afirmou em comunicado que a Ecovias, que opera o sistema Anchieta-Imigrantes, tem cumprido todas as obrigações contratuais previstas, em especial, a construção da 2ª pista da Rodovia dos Imigrantes, inaugurada cinco meses antes do prazo contratual.
A concessionária Ecopistas, que opera o corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, também vem cumprindo todas as obrigações e investimentos contratuais previstos, segundo a empresa.
“Ambas concessionárias manterão seus compromissos de atendimento aos contratos de concessão”, afirma.
Além da Ecorodovias, a Arteris também manifestou contrariedade com a decisão do governo do Estado de São Paulo, de não autorizar o reajuste da tarifa de pedágio de acordo com o que determinam seus contratos de concessão. A empresa segue os passos da CCR e da Ecorodovias, que também mostraram insatisfação com os valores.
Conforme divulgado pela Artesp, a Vianorte terá reajuste de 5,58%, a Intervias de 4,67%, a Centrovias de 5,04% e a Autovias de 5,17%.
“A companhia está analisando os impactos econômicos financeiros dessa decisão unilateral do governo do Estado de São Paulo e tomará as medidas necessárias de defesa para garantir seus direitos”, afirmou a companhia.
Na sexta-feira passada, a CCR também se posicionou contra o reajuste proposto pela Artesp. Segundo a concessionária, os aumentos foram calculados por índices diferentes daqueles previstos em contrato.
Na maioria dos casos, o aumento permitido ficou abaixo da inflação.
Fonte: Valor Econômico, Por Daniela Meibak

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